O Bitcoin (BTC) superou a marca de US$81.000 na sexta-feira, atingindo um pico de US$81.055 e registrando uma valorização de quase 6% nas últimas 24 horas. Este movimento de alta, apesar da falha do Clarity Act e de um aumento na taxa de juros, indica uma demanda robusta e resiliência do ativo, possivelmente impulsionada por fluxos institucionais persistentes e percepção de escassez digital. Em 2021, o Bitcoin também demonstrou descorrelação temporária de eventos macroeconômicos adversos, com altas significativas apesar de preocupações inflacionárias e incertezas regulatórias, resultando em um pico de preço de US$69.000 em novembro daquele ano. O próximo evento a monitorar é a divulgação do Payroll NFP dos EUA em 2026-10-02, que pode influenciar as expectativas de juros e, consequentemente, a liquidez global. No médio prazo, a persistência de fluxos de ETF e a busca por ativos escassos podem sustentar o Bitcoin, com o cenário macroeconômico global ditando a magnitude da próxima perna de alta.
Nas próximas 2-4 semanas, o Bitcoin tem potencial para consolidar acima de US$81.000, com alvos em US$85.000-US$90.000, impulsionado pela demanda de ETFs e percepção de escassez. O principal gatilho de aceleração seria uma sinalização mais dovish do Fed ou um aumento nos volumes de negociação. No médio prazo, a manutenção de fluxos institucionais será crucial para testar novas máximas históricas.
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