A 81ª Assembleia Geral da ONU em 2026 é dominada por debates críticos sobre a guerra no Irã e a situação em Gaza, com condenações generalizadas às ações de Israel e preocupações crescentes sobre o enfraquecimento das instituições globais. O presidente Trump foi um dos oradores, enquanto líderes expressaram críticas contundentes à situação. Este contexto geopolítico intensifica a percepção de risco de interrupção no fornecimento global de petróleo, elevando os preços do Brent e impactando os custos de transporte marítimo. Um paralelo histórico pode ser traçado com a Guerra do Golfo (1990-1991), que levou a um aumento de 150% nos preços do petróleo em poucas semanas. O próximo gatilho a monitorar é a evolução das negociações diplomáticas e qualquer sinal de escalada ou desescalada militar na região, com o horizonte de médio prazo apontando para uma persistência da incerteza e volatilidade.
Nas próximas 24-72 horas, espera-se um aumento da volatilidade global, com o Brent testando a resistência de $105-108 e o ouro buscando $4450. No médio prazo (1-4 semanas), a persistência do conflito pode levar o Brent a superar $110, impulsionando ainda mais ações de petróleo e defesa. Os principais gatilhos incluem anúncios de sanções adicionais, movimentos militares significativos ou uma intervenção diplomática inesperada que altere o curso do conflito.
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