F1: O Core PCE dos EUA registrou 3% em agosto, sem variação em relação a julho, conforme divulgado pelo Bureau of Economic Analysis. F2: Como a métrica é o termômetro preferido do Fed, esse nível acima da meta de 2% sinaliza que a política monetária permanecerá restritiva, mantendo juros elevados. F4: Para o investidor brasileiro, a alta dos juros norte‑americanos tende a fortalecer o dólar frente ao real, impactando custos de importação e fluxo de capitais. F6: Em agosto de 2022, o Core PCE também ficou em 3%, levando o Fed a iniciar um ciclo de alta de juros que durou 17 meses. F7: O próximo gatilho será a divulgação do Core PCE de setembro; se permanecer acima de 2,5%, o Fed deve manter a taxa Selic em patamar elevado. F8: No médio prazo, se a inflação começar a recuar, espera‑se recuperação de títulos e pressão descendente sobre ações de crescimento, enquanto bancos continuam beneficiados enquanto a taxa alta persistir.
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