O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) vai rastrear transações com criptomoedas em investigações criminais após firmar um acordo de cooperação técnica com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). O ajuste, identificado como Acordo de Cooperação Técnica nº 082/2025/MP, foi assinado em 13 de outubro e conta também com a participação do Ministério Público do Estado de Santa Catarina (MPSC) e da empresa norte‑americana Chainalysis Inc. Por meio da aliança, os promotores baianos recebem licenças temporárias para operar o software Reactor e outros programas desenvolvidos pela Chainalysis, além de suporte técnico e treinamento especializado. A iniciativa, fundamentada no artigo 184 da Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 14.133/2021), tem vigência até 25 de fevereiro de 2027. O rastreio de criptoativos tem sido ampliado por autoridades estaduais e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) sob o governo federal.
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