A nova pesquisa Datafolha para presidente será divulgada em 17 de setembro, abordando a corrida presidencial, o embate entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça do STF, e as repercussões do escândalo do Banco Master no eleitorado. A proximidade da divulgação com a sessão do STF em 15 de setembro, que pode decidir sobre a abertura de investigação contra um ministro, eleva o prêmio de risco político e jurídico no Brasil. Para o investidor brasileiro, a percepção de risco institucional pode levar a uma busca por proteção em ativos denominados em dólar ou a uma postergação de investimentos em renda variável local. Eventos históricos de instabilidade política e judicial no Brasil, como os períodos pré-impeachment (2016) ou as crises institucionais (2018-2020), resultaram em desvalorização do BRL de 10-20% e quedas do Ibovespa entre 5-15% no curto prazo. O principal gatilho a monitorar é a decisão do STF em 15 de setembro e o teor completo da pesquisa Datafolha no dia 17, que poderá sinalizar tendências eleitorais e a aceitação pública dos desdobramentos políticos. No médio prazo, a persistência da polarização e a judicialização da política podem manter um cenário de elevada incerteza, impactando negativamente o ambiente de negócios e o fluxo de capital estrangeiro para o Brasil.
Nas próximas 24-72 horas, o mercado brasileiro deverá operar com alta volatilidade, aguardando os desdobramentos do STF em 15 de setembro e a divulgação da pesquisa Datafolha em 17 de setembro. Se os eventos aumentarem a incerteza, o USDBRL ($5.1.
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