Jamie Coutts, analista-chefe de cripto da Real Vision, afirmou que o Bitcoin está entrando nas fases finais de seu mercado de baixa. Embora descarte a meta de US$1 milhão até 2030 como muito otimista, Coutts expressou confiança de que o BTC pode alcançar US$250.000 nos próximos dois anos. Essa análise sugere uma transição de um período de desvalorização para uma fase de recuperação e crescimento. O mecanismo econômico por trás disso seria o aumento da demanda, impulsionado pela percepção de um fundo de mercado e maior clareza regulatória. Consequentemente, ativos como BTC, ETH e ações de empresas ligadas ao setor cripto, como MSTR e COIN, podem se beneficiar. Para o investidor brasileiro, a valorização do Bitcoin impactaria positivamente fundos e ETFs de cripto, mas também exporia a volatilidade cambial via USDBRL. Historicamente, após grandes mercados de baixa, como em 2018-2019, o Bitcoin demonstrou recuperações robustas nos anos seguintes. O próximo gatilho a monitorar seria a consolidação do sentimento de mercado e o fluxo de capital para ETFs spot de Bitcoin. No médio prazo, se a projeção de Coutts se concretizar, o cenário aponta para uma valorização significativa, mas com a ressalva de que a volatilidade inerente ao ativo permanecerá.
Nas próximas 4-8 semanas, espera-se uma consolidação do preço do Bitcoin, testando níveis de resistência técnicos à medida que a narrativa de 'fim de bear market' ganha força. Se o BTC conseguir romper e sustentar acima de US$75.000, um movimento em direção a US$80.000-85.000 é plausível. O principal gatilho de aceleração será a confirmação de inflows institucionais consistentes nos ETFs spot de Bitcoin, indicando o interesse de Smart Money. No médio prazo (6-18 meses), se as condições macroeconômicas forem favoráveis, o mercado pode começar a precificar a projeção de US$250.000, com MSTR e COIN atuando como proxies alavancados.
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