Em 03/11/2026, um estudo encomendado pelo InfoMoney e elaborado por Bruno Guimarães, planejador financeiro da Planejar, destacou a reação do mercado brasileiro à eleição presidencial. A Bolsa de Valores do Brasil inicialmente ultrapassou 200 mil pontos, impulsionada pela expectativa de vitória de Flávio Bolsonaro (PL), mas sofreu sua maior queda diária desde março de 2020 após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Carteiras diversificadas, com perfis conservador, moderado e arrojado, atravessaram esse período sem prejuízos em valores nominais, embora todas tenham rendido menos que o CDI. A diversificação e, principalmente, a parcela de 15% em ativos em dólar, foram os fatores que protegeram os investidores. Em setembro, a Bolsa e a renda fixa brasileira foram favoráveis, com o Ibovespa subindo 5,03% e o CDI em 1,08%, mas o dólar pesou negativamente. Contudo, após o segundo turno em 25 de outubro, o Ibovespa caiu 13,88% no dia 26, acionando o circuit breaker, e a Ptax subiu 9,19%.
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