O grupo BRICS, reunido em Nova Délhi neste sábado, 12 de setembro, expressou grande preocupação com o aumento das tensões no Oriente Médio e condenou publicamente o uso de sanções não autorizadas pela ONU. A declaração visa fortalecer a posição do bloco em assuntos globais, desafiando a influência ocidental. Um paralelo histórico relevante é a Guerra do Golfo de 1990-1991, que viu o preço do petróleo Brent subir mais de 130% e ações de defesa valorizarem cerca de 30%. Os próximos comunicados do BRICS e a evolução das tensões no Oriente Médio servirão como gatilhos para o mercado. No médio prazo, espera-se uma aceleração da fragmentação geopolítica e uma busca contínua por alternativas ao sistema financeiro ocidental.
Nas próximas 2-4 semanas, espera-se que o Brent continue sob pressão de alta, podendo testar a faixa de $108-110 se as tensões no Oriente Médio persistirem ou escalarem. O principal gatilho de aceleração será qualquer movimentação militar ou diplomática significativa na região, ou declarações adicionais do BRICS que sinalizem ações concretas contra as sanções. Um movimento abaixo de $100 no Brent indicaria um alívio das tensões, mas o cenário base aponta para instabilidade contínua.
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