Rothschild & Co. avalia que o mercado não precifica adequadamente o impacto de um potencial iPhone dobrável da Apple, recomendando a compra das ações da gigante de tecnologia. Um design inovador de smartphone pode reativar a demanda por upgrades em um mercado maduro, elevando os preços médios de venda (ASP) e as margens de lucro, além de fortalecer o ecossistema da Apple. A inovação impactaria diretamente AAPL, mas também beneficiaria fornecedores de componentes como TSM e empresas de software/serviços que operam no ecossistema iOS. Para o investidor brasileiro, o otimismo em torno da Apple pode reforçar o apetite por investimentos em tecnologia global via ETFs como QQQ, embora um dólar mais forte contra o BRL ($5.2273) torne a compra de ativos internacionais mais cara. Historicamente, lançamentos de produtos disruptivos como o iPhone original em 2007 ou o iPad em 2010 geraram valor exponencial para a Apple, com as ações subindo ~150% e ~50% respectivamente nos 12 meses seguintes aos anúncios. O próximo gatilho a monitorar será qualquer vazamento ou anúncio oficial da Apple sobre seus planos de produtos dobráveis, ou relatórios de fornecedores sobre volumes de produção de novos componentes. No médio prazo, o sucesso do iPhone dobrável dependerá da aceitação do consumidor e da capacidade de a Apple diferenciar-se da concorrência já estabelecida no segmento dobrável, ditando a sustentabilidade do crescimento.
Nas próximas 4-8 semanas, o mercado deve começar a precificar a possibilidade de um anúncio, com AAPL ($305.93) podendo testar a resistência em $315-320 se surgirem rumores concretos de fornecedores. O gatilho de aceleração virá de qualquer vazamento de patentes ou protótipos, ou de relatórios de analistas que validem a tese de Rothschild. No médio prazo, o lançamento e a recepção do produto determinarão se a Apple pode sustentar um crescimento de receita de dois dígitos.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real