A oferta de Bitcoin registrou seu primeiro sinal de 'compra' desde o final de 2022, de acordo com uma métrica de mercado, apontando para o possível término do mercado de baixa de 2026. Este indicador on-chain sugere que detentores de longo prazo estão acumulando, reduzindo a oferta disponível para venda. No entanto, analistas alertam que o preço do BTC ($61,816) ainda pode experimentar desvalorização adicional. O mecanismo por trás do sinal reflete o esgotamento da oferta de vendedores e o início de uma fase de acumulação por investidores estratégicos. Para ativos como BTC e MSTR, isso implica uma tese de valor de longo prazo, enquanto ETFs como IBIT podem capturar fluxos institucionais. O impacto para o investidor brasileiro se manifesta na oportunidade de acumulação de criptoativos via ETFs listados na B3, como HASH11, ou empresas com exposição indireta. Um paralelo histórico remonta a novembro de 2022, quando um sinal similar precedeu uma valorização significativa do BTC. O próximo gatilho a monitorar é a estabilização do preço acima de $65,000, validando a tese de fundo. No horizonte de médio prazo, a persistência do bear market pode oferecer entradas mais vantajosas antes de uma eventual reversão de tendência.
Nas próximas 3-6 meses, o BTC ($61,816) provavelmente consolidará ou verá quedas adicionais em direção a $55,000-$50,000, oferecendo oportunidades de acumulação. Um gatilho para uma reversão mais clara seria uma estabilização acima de $65,000, ou uma mudança macroeconômica, como um corte de juros do Fed. Se o cenário de acumulação se mantiver, esperamos que ETFs como IBIT e empresas como MSTR comecem a mostrar valorização mais consistente no médio prazo.
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