Por anos, boa parte do tráfego que saía do Brasil rumo à Europa dependia de uma escala nos Estados Unidos antes de cruzar o Atlântico, reflexo de uma geografia de cabos submarinos historicamente concentrada na costa leste americana. Segundo o NIC.br, entidade que administra o IX.br, o conjunto de pontos de troca de tráfego do país, o tráfego agregado nesses pontos, atingiu em 2026 um pico recorde de 55 Tbps, dos quais cerca de 36 Tbps passaram apenas pelo IX.br São Paulo. Cada trecho adicional n
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