Ações da MRV, Cury e Tenda avançaram aproximadamente 10% após a divulgação de dados preliminares do terceiro trimestre, embora o conjunto de indicadores tenha sido considerado misto. A queda dos juros futuros diminui o custo de crédito habitacional, estimulando a demanda por novos lançamentos e melhorando as margens das construtoras. Esse mecanismo chega ao investidor brasileiro por meio de menores spreads de financiamento e maior apetite por risco em um cenário possivelmente influenciado por expectativas eleitorais. Não há relato de reações específicas de gestores ou fundos nesta cobertura. Um paralelo histórico pode ser traçado com a alta das construtoras em 2022 após cortes da taxa Selic que impulsionaram o setor. O próximo gatilho a observar são as decisões do Copom sobre a taxa Selic e a divulgação completa dos resultados do 3º trimestre das construtoras. O desfecho dependerá da manutenção de juros baixos e da confirmação das previsões de desempenho das empresas.
O desfecho dependerá da decisão do Copom sobre a taxa Selic em 5/11 e da divulgação dos resultados completos do 3º trimestre das construtoras, prevista para 20/11.
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