A Wedbush projeta que a Nvidia (NVDA) está propensa a exceder suas próprias projeções de receita e lucro novamente, com o fornecimento de chips sendo o principal limitador ao seu crescimento. A demanda contínua por chips de inteligência artificial (IA) e data centers, especialmente os GPUs de alto desempenho, excede a capacidade de produção da Nvidia e de seus parceiros como a TSMC (TSM). Tal cenário indica um mercado aquecido para semicondutores e um forte poder de precificação para a Nvidia. Isso impulsiona positivamente NVDA, TSM e ASML, enquanto empresas de software dependentes de hardware podem ver atrasos em seus projetos. Investidores brasileiros expostos a ETFs globais de tecnologia (como o IVVB11, que tem NVDA) ou a fundos que investem em IA se beneficiam indiretamente, e a valorização de techs globais pode atrair fluxo para papéis como TOTS3 e LWSA3. O boom das empresas de tecnologia nos anos 90, como a Cisco (CSCO) e a Microsoft (MSFT), que superavam as projeções e levaram a valorizações de mais de 300% em 12-18 meses, serve como paralelo histórico. A próxima divulgação de resultados da Nvidia, esperada para o final do ano fiscal, e os relatórios de capacidade de produção da TSMC serão cruciais para confirmar essas expectativas. No médio prazo, a dominância da Nvidia em IA deve persistir, mas novos concorrentes e investimentos em capacidade podem aliviar a restrição de oferta e modular o ritmo de crescimento.
Nas próximas 4-8 semanas, se a Nvidia mantiver o ritmo de produção e a demanda por IA persistir, as ações de NVDA podem testar a resistência em $230-240, impulsionando também a cadeia de suprimentos. Gatilhos de aceleração incluem anúncios de novas parcerias de fabricação ou aumento da capacidade de produção da TSMC, que podem aliviar as restrições de oferta.
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