O Ministério da Defesa da Rússia reconheceu a declaração de Vladimir Zelensky sobre a intensificação dos ataques do regime de Kiev contra refinarias de petróleo russas. Esta ação é apresentada como uma resposta direta aos ataques russos às instalações da indústria de defesa ucraniana, marcando uma escalada no conflito. O mecanismo econômico principal envolve a redução da capacidade de refino russa, o que pode levar à diminuição da oferta global de produtos como diesel e querosene de aviação, impactando seus preços. Por outro lado, setores dependentes de combustíveis, como companhias aéreas e de logística, enfrentarão custos operacionais elevados. Para o Brasil, o impacto se manifesta através da alta nos preços globais do petróleo, influenciando o custo da energia, a inflação doméstica e a balança comercial. O próximo gatilho a monitorar será a extensão e a frequência dos ataques, bem como a capacidade russa de reparar ou proteger suas infraestruturas. O desfecho dependerá da resiliência da capacidade de refino global e da evolução das tensões geopolíticas.
A extensão dos danos às refinarias russas e a capacidade de Moscou de retaliar ou proteger suas infraestruturas serão cruciais para definir o desfecho. Os relatórios semanais de estoques de petróleo e derivados da EIA (Energy Information Administration) nos EUA e da JODI (Joint Organisations Data Initiative) serão importantes para avaliar o impacto na oferta global, com as próximas divulgações esperadas para o final da semana.
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