Hedge funds reverteram suas apostas líquidas no dólar, apontando para um fortalecimento da moeda americana, e simultaneamente reduziram suas posições em ativos de energia na semana encerrada em 22 de setembro. Essa rotação indica uma percepção de maior aversão a risco global ou expectativas de taxas de juros americanas mais altas, enquanto a saída da energia sugere uma visão menos otimista para os preços do petróleo ou gás. Os próximos dados de inflação e emprego dos EUA, como o NFP em 2026-10-02, serão cruciais para validar a tese de fortalecimento do dólar e as perspectivas para o setor de energia. No médio prazo, a persistência do dólar forte e a menor demanda por energia podem reconfigurar alocações de portfólio, favorecendo ativos defensivos e impactando o crescimento global.
O USDBRL ($5.1842) pode se aproximar de R$5.20-5.25. O principal gatilho para uma mudança de cenário será a divulgação do NFP em 2026-10-02, que poderá influenciar as expectativas de política monetária do Fed.
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