A Assembleia da IMO decidiu postergar a implementação do Net‑Zero Framework para 2026, refletindo a necessidade de equilibrar pressões ambientais e resistência de alguns países. O novo consenso visa regular a intensidade de emissões de GEE dos combustíveis marítimos, exigindo reduções gradativas nas próximas décadas. Esse padrão eleva os custos operacionais das companhias de transporte marítimo, que precisarão investir em tecnologias de descarbonização ou mudar de combustível. Ao mesmo tempo, cria oportunidade para fornecedores de combustíveis de baixa emissão, como LNG, amônia e biocombustíveis, que podem ganhar participação de mercado. O impacto será acompanhado pelos próximos encontros da IMO, onde se definirá a data final de adoção e os parâmetros técnicos do regime. O desfecho dependerá da capacidade das empresas de se adequarem às exigências e da velocidade de desenvolvimento de alternativas de combustível limpo.
A decisão final da adoção do Net‑Zero Framework na reunião da IMO em 2026 definirá os parâmetros de intensidade de GEE e o calendário de cumprimento, determinando o ritmo de transição para combustíveis limpos.
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