Em 18 de setembro, o Congresso dos EUA aprovou legislação que autoriza sanções secundárias contra parceiros comerciais da Rússia, e a administração ainda não descartou sua aplicação até 18 de outubro. Essa medida tem como objetivo reduzir o fluxo de exportações russas, especialmente de energia, pressionando a economia de Moscou. Ao restringir o comércio, a oferta global de petróleo pode ser comprimida, o que tende a elevar os preços do barril. O aumento dos preços beneficia produtores de óleo fora da Rússia, como as grandes empresas brasileiras do setor. Ao mesmo tempo, empresas com cadeias de suprimento dependentes de componentes russos podem enfrentar custos mais altos ou interrupções. O ambiente geopolítico mais tenso pode ainda gerar um movimento de fuga para ativos considerados seguros. O desfecho dependerá da decisão final do governo americano sobre a imposição das sanções secundárias em 18 de outubro.
A decisão final sobre a imposição das sanções secundárias, prevista para 18 de outubro, e os próximos relatórios de produção da OPEP+ definirão a direção dos preços de energia.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real