Durante três décadas, a tecnologia corporativa foi vendida em caixas: um sistema para vender, outro para atender, outro para cobrar, outro para operar. Cada caixa gerou seu próprio banco de dados, seu próprio relatório e sua própria versão da verdade. O resultado é conhecido de qualquer executivo: reuniões inteiras dedicadas a reconciliar números que deveriam ser os mesmos. A discussão que emergiu nos últimos meses no mercado de tecnologia enterprise propõe uma ruptura nesse modelo. Em vez de ad
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