A diretoria da C&A, representada pelo CFO Laurence Gomes, confirmou que a companhia espera um terceiro trimestre mais fraco, com lucro abaixo das projeções anteriores. O enfraquecimento decorre de custos adicionais de reformas nas lojas e despesas operacionais não recorrentes, que reduzem a margem operacional e o fluxo de caixa. O impacto chega ao investidor brasileiro via a queda do preço da ação CEAB3 na B3, refletindo menor expectativa de dividendos e aumento de risco de crédito da empresa. O relatório do Citi, citado na matéria, já havia sinalizado a fraqueza, e analistas do mercado acionário reagiram vendendo CEAB3, ampliando a queda. Em 2022, a varejista Renner viu queda de cerca de 15% nas ações após alerta de resultados fracos devido a custos de reforma. O próximo gatilho a monitorar é a divulgação dos resultados trimestrais da C&A, prevista para o final de novembro. O desfecho dependerá da amplitude das despesas não recorrentes e da capacidade da empresa de melhorar margens; se os custos forem menores que o esperado, a pressão sobre o preço será atenuada, caso contrário a queda pode se aprofundar.
A divulgação dos resultados trimestrais da C&A, prevista para o final de novembro, confirmará o nível das despesas de reforma e o impacto nas margens, definindo se a pressão sobre a ação será mantida ou atenuada.
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