O Bitcoin está progredindo em direção a defesas pós-quânticas, visando proteger a rede contra futuras ameaças computacionais, uma medida crucial para sua longevidade. Simultaneamente, a comunidade Solana aprovou a queima de 18.9 milhões de tokens SOL, uma ação direta para reduzir a inflação e mitigar preocupações com a oferta circulante. A Bernstein, uma renomada casa de análise, elevou a projeção de preço de pico do Bitcoin neste ciclo, fornecendo um endosso significativo para o ativo. Essas iniciativas podem impulsionar ETFs de Bitcoin como IBIT e FBTC, além de empresas com grandes posições em BTC como MSTR. Para o investidor brasileiro, o impacto se traduz em valorização para ativos como HASH11, refletindo o otimismo global no setor. Historicamente, queimas de tokens como as do BNB em 2021 ou o EIP-1559 do Ethereum demonstraram potencial para valorizações expressivas. O próximo gatilho pode ser a aprovação de ETFs de Ethereum spot pela SEC, enquanto para Solana, a efetivação da queima e a divulgação de métricas on-chain serão cruciais. No médio prazo, essas ações buscam solidificar o valor e a atratividade do Bitcoin e Solana para investidores de longo prazo.
Nas próximas 4-6 semanas, espera-se que o Bitcoin ($77,736) teste a resistência de US$80.000, impulsionado pelo otimismo da Bernstein. Para Solana ($101.74), a efetivação da queima dos 18.9 milhões de tokens deve gerar um rali que pode levar o ativo a testar US$115-120. O principal gatilho de aceleração para o mercado cripto seria uma sinalização positiva da SEC sobre os ETFs de Ethereum spot antes do final do ano.
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