A diferença de preço entre o dólar negociado em contratos onshore e offshore diminuiu depois do primeiro turno das eleições, sinalizando alívio do risco país. O recuo do spread foi atribuído à força do senador Flávio Bolsonaro na disputa presidencial, o que reduziu a percepção de volatilidade cambial. Operadores de NDF de diversas instituições locais relataram a compressão do prêmio on/off, indicando menos necessidade de hedge cambial. Esse movimento reduz a pressão sobre o real, favorecendo ativos que dependem de menor custo de dívida em dólares. O efeito pode beneficiar bancos brasileiros ao melhorar margens de crédito e reduzir custos de financiamento externo. O desfecho dependerá dos resultados do segundo turno presidencial e da evolução do spread NDF nas próximas semanas. O acompanhamento do spread on/off e dos indicadores de risco país será crucial para confirmar a tendência.
O desfecho dependerá dos resultados do segundo turno das eleições presidenciais e da evolução do spread NDF on/off nas próximas semanas.
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