O episódio do podcast Odd Lots traz Carolin Pflueger, da Universidade de Chicago, para analisar o recente salto nos rendimentos de títulos do Tesouro e de dívida soberana mundial. O aumento dos yields reflete maior percepção de risco e eleva o custo de financiamento para emissores e investidores. Para que os títulos voltem a se comportar como ativos de baixo risco, os bancos centrais precisarão ajustar políticas monetárias, possivelmente reduzindo taxas de juros ou intervenções no mercado secundário. Essa dinâmica impacta diretamente a rentabilidade de bancos, que dependem da diferença entre juros de captação e de empréstimo. No Brasil, a elevação dos juros globais pode pressionar a taxa Selic e encarecer o crédito interno. Nos EUA, a expectativa recai sobre a próxima reunião do FOMC, que definirá a trajetória da política monetária. O desfecho dependerá das decisões de política dos principais bancos centrais nas próximas semanas.
A decisão do FOMC em 4 de novembro de 2026 definirá a trajetória da política monetária dos EUA; a próxima reunião do Copom também será decisiva para a taxa Selic brasileira.
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