Durante o Suno Invest 2026, Tiago Reis e Marcos Baroni, da Suno Research, discutiram a ineficácia de tentar prever o 'melhor dia' para comprar Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs), enfatizando que essa variável tem pouco impacto no retorno de longo prazo. O mecanismo econômico por trás disso reside na diluição do risco de preço através de aportes regulares, conhecido como dollar-cost averaging, e na priorização da acumulação de cotas e reinvestimento de proventos. Para o investidor brasileiro, especialmente o pequeno investidor, a mensagem reforça a importância da disciplina e da paciência. Historicamente, estudos sobre investimentos em ações e ETFs (como o S&P 500) mostram que aportes regulares superam a maioria das tentativas de timing, com retornos médios de 7-10% anuais em horizontes de 20 anos. O próximo gatilho a monitorar é a manutenção da disciplina pelos investidores em um cenário de juros voláteis. No médio prazo, a consistência nos aportes tende a gerar retornos superiores, independentemente das oscilações de curto prazo no mercado de FIIs.
Nas próximas 6-12 semanas, a discussão pode incentivar uma mudança de comportamento entre investidores de FIIs, com ênfase em aportes regulares e reinvestimento de proventos.
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