Durante décadas, a cirurgia ocupou o centro do tratamento de boa parte dos tumores urológicos, muitas vezes com a retirada do órgão afetado. Com o avanço das opções terapêuticas, a decisão passou a considerar uma equação mais ampla: como controlar a doença, preservar funções e manter a qualidade de vida, sem abrir mão da segurança oncológica. "O futuro da uro-oncologia não é tratar mais, é tratar melhor, escolhendo para cada paciente o tratamento correto, no momento certo, sem abrir mão do contr
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