O Bitcoin (BTC) atingiu novas mínimas em 2026, impulsionado por saídas significativas de ETFs spot e uma expiração mensal de opções com viés de baixa. A MicroStrategy (MSTR) reportou o alargamento de suas perdas não realizadas, aumentando a disparidade de performance em relação aos retornos de ações conectadas à inteligência artificial (IA). A saída de capital dos ETFs spot de BTC injeta pressão vendedora direta no mercado, desvalorizando o ativo. A aversão ao risco global e a queda do Bitcoin podem pressionar ativos brasileiros de maior risco, embora o IBOV possa ter menor correlação direta com cripto. Smart Money está rotacionando capital de cripto para setores com momentum, como IA, indicando uma busca por retornos mais estáveis ou de maior crescimento no curto prazo. Em 2018, após o pico de 2017, o Bitcoin viu uma queda de mais de 80%, influenciada por incertezas regulatórias e falta de fluxo institucional, um cenário de 'inverno cripto'. Monitorar os dados semanais de fluxo dos ETFs spot de Bitcoin e o sentimento do mercado de ações dos EUA será crucial. No médio prazo, a recuperação do Bitcoin dependerá da estabilização dos fluxos de ETFs e de um ambiente macroeconômico mais favorável, com cenários de lateralização ou novas baixas se o fluxo negativo persistir.
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