Uma análise da Coinpedia sugere que o preço de US$58.500 atingido pelo Bitcoin em julho pode representar o último fundo trimestral, indicando uma perspectiva de alta para o ativo digital. Este cenário baseia-se na absorção da pressão vendedora e na formação de um suporte psicológico e técnico, que pode atrair novos fluxos de capital para o ativo digital. A validação desse suporte impactaria positivamente o BTC, impulsionando também ativos correlacionados como ETH, o ETF IBIT e ações de empresas como MSTR e COIN. No Brasil, o otimismo com o Bitcoin pode levar a um aumento da demanda por ETFs cripto como HASH11, mas o impacto direto no IBOV ou BRL seria marginal, dado o foco setorial. Historicamente, o Bitcoin apresentou padrões de fundos trimestrais antes de ciclos de alta significativos, como em Q3 2020 antes do bull run de 2021, quando o ativo valorizou mais de 300% nos 12 meses seguintes. O próximo gatilho a ser observado é a sustentação do preço do BTC acima de US$60.000 nas próximas semanas e a evolução dos dados de inflação nos EUA. No médio prazo, se o suporte de US$58.500 se mantiver firme, o Bitcoin poderá buscar novas máximas históricas, com um cenário otimista para o restante de 2026.
Se o Bitcoin conseguir sustentar o nível de US$58.500 como um fundo sólido nas próximas 2-3 semanas, podemos esperar uma recuperação gradual, com o ativo buscando a faixa de US$65.000-70.000 até o final de julho. Gatilhos adicionais incluem a aprovação de ETFs de Ethereum e dados de inflação americanos favoráveis, que podem acelerar a valorização e levar o BTC a US$75.000 no terceiro trimestre de 2026.
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