IA ameaça vagas de recém‑formados no Sudeste Asiático

Nafeesa Azman, de 24 anos, enviou centenas de candidaturas nos últimos dois meses e ainda não encontrou um cargo permanente que pague o suficiente ou que utilize as competências que desenvolveu ao longo dos estudos e de investimentos financeiros. Natthanicha Intawong, estudante de último ano de artes de mídia em Bangkok, relata o terror que muitos de seus colegas sentem ao se preparar para ingressar em um mercado de trabalho que a inteligência artificial já começa a transformar rapidamente. Joshua Nai, de Singapura, também comenta a percepção de que a IA está reduzindo o número de vagas disponíveis para recém‑formados na região.

Análise

A evolução do emprego de recém‑formados no Sudeste Asiático dependerá da taxa de adoção de IA pelos empregadores e das respostas regulatórias dos governos locais. A divulgação de pesquisas mensais sobre vagas de entrada e relatórios de produtividade em setores chave, previstos para os próximos três meses, definirá se o cenário de redução de oportunidades se consolida ou desacelera.

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