Os dados de inflação do Índice de Preços para Despesas de Consumo Pessoal (PCE), medida preferida do Federal Reserve, foram mais amenos do que o esperado, resultando na queda das probabilidades de novos aumentos de juros. Em resposta, o Bitcoin ($84,121) registrou um salto, refletindo o apetite por risco renovado no mercado. A menor expectativa de aperto monetário tende a reduzir o custo de capital para ativos de crescimento, beneficiando criptomoedas e o setor de tecnologia. Em um paralelo histórico, após a pausa no ciclo de aperto do Fed em 2019, o Bitcoin subiu mais de 150% no primeiro semestre. O próximo gatilho crucial a ser monitorado é a divulgação do payroll (NFP) em 2026-10-02, que pode solidificar a tese de desaceleração. No médio prazo, dados inflacionários contínuos em desaceleração poderiam pavimentar o caminho para cortes de juros, impulsionando ainda mais os ativos de risco.
Nas próximas 2-4 semanas, se os dados macroeconômicos continuarem a indicar desaceleração da inflação e do crescimento, o Bitcoin (atualmente em $84,121) pode testar a resistência de $88,000-$90,000. O relatório de payroll (NFP) de 2026-10-02 será o próximo gatilho crucial para confirmar ou reverter essas tendências de mercado.
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