O Itaú BBA elevou a recomendação para as ações da Prio (PRIO3) para 'compra', com um preço-alvo de R$ 73 por papel até o final de 2027, o que representa um potencial de valorização de 27,1% sobre os níveis atuais. A equipe de analistas destaca que a relação risco-retorno da companhia se tornou mais atrativa, impulsionando a revisão. Para o investidor brasileiro, a valorização da PRIO3 pode impactar positivamente o Ibovespa, dado o peso do setor de petróleo e gás, e fortalecer o sentimento de mercado para outras petrolíferas juniores. Em um paralelo histórico, upgrades de bancos de investimento para empresas do setor de energia, como em 2023 para algumas petroleiras independentes, resultaram em ganhos de 15-25% nos 6 meses seguintes, validando o impacto de tais recomendações. O próximo evento a monitorar será a divulgação dos resultados do terceiro trimestre de 2026 da Prio, em 4 de novembro, que pode confirmar ou refutar a tese de investimento. No médio prazo, a sustentação dos preços do Brent acima de US$ 85/barril e a execução eficiente dos projetos da Prio serão cruciais para atingir o preço-alvo estabelecido.
Nas próximas 4-6 semanas, a PRIO3 pode testar a resistência imediata de R$ 60-62, impulsionada pelo fluxo de compras institucionais pós-upgrade, com um suporte forte em R$ 56. O preço-alvo de R$ 73 está projetado para o fim de 2027, dependendo da sustentação dos preços do petróleo e da entrega dos resultados operacionais. O próximo gatilho relevante será o relatório de resultados do 3T26 da Prio, em 4 de novembro, que pode validar ou refutar a tese de investimento do Itaú BBA. Se o mercado de petróleo reagir a tensões geopolíticas, a valorização da PRIO3 pode ser acelerada.
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