A BlackRock, uma das maiores gestoras de ativos globais com US$ 15,3 trilhões em AUM, publicou um estudo nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, destacando o potencial da Inteligência Artificial para impulsionar o mercado de criptomoedas. A premissa central é que, assim como a IA representa inteligência nativa de máquinas, as criptomoedas servem como "dinheiro nativo de máquinas". Este arcabouço conceitual fornecido por uma instituição de peso pode legitimar a classe de ativos para um público investidor mais amplo. A demanda por um meio de troca nativo para agentes autônomos de IA poderia aumentar a utilidade e o valor de criptoativos como BTC e ETH. Historicamente, relatórios positivos de grandes gestoras, como o da Goldman Sachs em 2020 sobre blockchain, precederam períodos de aumento de interesse institucional e valorização do Bitcoin em mais de 30% nos meses seguintes. Os próximos catalisadores incluem o desenvolvimento de casos de uso práticos para IA em blockchain e a eventual formalização de programas de investimento por parte de grandes fundos. No médio prazo, a materialização desta tese pode transformar a percepção e o fluxo de capital para o ecossistema cripto.
Nos próximos 4-8 semanas, a narrativa da BlackRock deve gerar um fluxo de capital especulativo para o Bitcoin , com potencial para testar a resistência de $80.000. No entanto, a materialização da tese exigirá mais do que apenas um estudo.
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