Ibovespa correção e volta a subir após queda de quase 14%

Após tombar quase 14% na sessão anterior à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, o Ibovespa avançou no começo desta terça-feira, em um movimento conjunto de correção dos ativos locais. A alta de blue chips ajuda a dar fôlego ao índice, e o recuo intenso dos juros futuros impulsiona a valorização de ações cíclicas domésticas, que lideram os ganhos no pregão. Por volta das 10h35, o Ibovespa ganhava 0,59%, aos 177.656 pontos. No mesmo horário, o S&P subia 0,29% e o Stoxx 600 operava estável (+0,09%). Entre as blue chips, bancos apresentaram desempenho majoritariamente positivo, com destaque para as ON do Banco do Brasil, que ganhavam 3,78%, liderando as altas. As exceções ficavam para as units do Santander, que cediam 0,87%, e para as units do BTG Pactual, que perdiam 1,10%. A correção do Ibovespa só não era mais forte devido ao recuo de blue chips de commodities. No horário acima, as PN da Petrobras exibiam baixa de 1,71%, enquanto as ON da Vale cediam 1,74%. Ontem, a bolsa chegou a despencar mais de 17% no início dos negócios, levando a B3 a acionar o "circuit breaker" e interromper as negociações por 30 minutos. Ao fim do pregão, o Ibovespa encerrou em queda de 13,88%, aos 176.608 pontos, com perdas de R$ 660 bilhões em valor de mercado. Dentro do cenário corporativo, investidores reagem ao balanço da Gerdau, que mostrou um lucro de R$ 1,55 bilhão no 3º trimestre, alta de 44%. No horário acima, as ações da companhia subiam 1,18% e as da Metalúrgica Gerdau operavam estáveis (-0,09%).

CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real