O Kremlin reconheceu um ataque de drones ucranianos à capital Moscou e afirmou que os ataques à Ucrânia continuarão, sinalizando uma escalada na guerra. A intensificação militar aumenta a percepção de risco geopolítico global, elevando prêmios de risco em commodities essenciais e ativos de refúgio. Consequentemente, empresas de defesa como LMT e RHM devem se beneficiar, enquanto os preços do BRENT e do WEAT tendem a subir. Para o investidor brasileiro, o real (BRL) pode depreciar frente ao dólar (DXY) devido ao flight-to-quality, e o IBOV pode sofrer com a aversão a risco global, embora PETR4 se beneficie do petróleo alto. Bancos centrais globais monitorarão o impacto inflacionário do petróleo e grãos, enquanto governos da OTAN reavaliam apoio militar e sanções. A invasão da Ucrânia em fevereiro de 2022 causou um salto de 20% no preço do petróleo Brent e de 35% no trigo nas semanas seguintes, servindo como precedente histórico. Acompanhar os próximos relatórios de ataques militares e a resposta de potências ocidentais nas próximas 48-72 horas é crucial. No médio prazo (3-6 meses), a continuidade do conflito sustentará a volatilidade das commodities e a demanda por ativos de defesa, mantendo a pressão sobre o crescimento global e as cadeias de suprimentos.
Nas próximas 48-72 horas, o mercado reagirá com cautela, com pressão de alta sobre BRENT (atualmente em ~$79.85, pode testar $82-85) e WEAT, e queda em BTC e ações aéreas. No médio prazo (2-4 semanas), a continuidade dos ataques consolidará o prêmio de risco nas commodities e a aversão a risco global, com a resposta da OTAN e a resiliência das sanções sendo os principais gatilhos para novas direções do conflito.
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