A pesquisa Quaest divulgada em 14/10 revelou 54% de rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL) e 53% ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Esses indicadores de percepção pública influenciam as expectativas de políticas econômicas, afetando a confiança dos investidores. Caso Lula vença, o cenário pode manter programas de apoio social e investimentos em energia estatal, influenciando o real e a taxa Selic; se Bolsonaro avançar, pode haver maior foco em reformas estruturais. A campanha do PT celebrou o dado, enquanto analistas de mercado observaram a reação dos índices de risco no Brasil. Em 2022, a vitória de Lula elevou o Ibovespa cerca de 7% nas primeiras semanas, refletindo expectativas de maior gasto público. O próximo gatilho a monitorar são as pesquisas de intenção de voto dos próximos dias e o calendário eleitoral, com o segundo turno marcado para 30 de outubro. O desfecho dependerá da consolidação das preferências dos eleitores nas últimas semanas e da resposta dos mercados a possíveis mudanças nas projeções de política fiscal e monetária.
O desfecho será definido pelos resultados das próximas pesquisas de intenção de voto e pela votação do segundo turno em 30/10, que confirmarão a direção política do país.
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