A sidechain Liquid do Bitcoin sofreu um ataque hacker, resultando na perda de 4.000 bitcoins que lastreavam tokens na rede. Felipe Ojeda, um usuário ativo da rede, expressou que a confiança na Liquid foi irremediavelmente comprometida após o incidente. A falha de segurança na Blockstream Liquid levanta sérias questões sobre a centralização e a segurança de soluções de segunda camada que dependem de custódia, impactando diretamente a percepção de risco sobre o lastro de ativos tokenizados. Para investidores brasileiros, a percepção de risco em criptoativos custodiados ou em redes de segunda camada pode aumentar, favorecendo a alocação em BTC spot via ETFs como BITH11 ou em exchanges com comprovada segurança. O caso lembra o hack da Bitfinex em 2016, que resultou na perda de 120.000 BTC e abalou a confiança na exchange, levando a uma reavaliação de segurança e custódia no mercado. O próximo evento a monitorar é a resposta oficial da Blockstream e as medidas de segurança implementadas, além da movimentação de fundos dos 4.000 BTC roubados. No médio prazo, a competição por soluções de escalabilidade do Bitcoin se intensificará, com projetos mais descentralizados ganhando destaque, enquanto a Liquid enfrenta um longo caminho para reconstruir a credibilidade.
Nas próximas 2-4 semanas, a Liquid enfrentará intensa pressão de venda e perda de liquidez para L-BTC. O mercado monitorará a resposta da Blockstream.
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