O Presidente francês Emmanuel Macron publicou no X um vídeo do Presidente dos EUA Donald Trump assinando um Memorando de Entendimento (MoU) com o Irã em Versalhes. Macron afirmou que este acordo visa pavimentar o caminho para uma paz duradoura e permitir a reabertura do Estreito de Ormuz. A expectativa é que o pacto resulte em uma queda significativa nos preços globais de energia, impactando diretamente os custos de transporte e produção. Empresas aéreas como DAL e UAL, refinarias como VLO, e varejistas como MGLU3 devem se beneficiar de menores custos operacionais. Por outro lado, produtoras de petróleo como PETR4 e XOM enfrentarão pressão de baixa em suas receitas e valuation. Este movimento geopolítico altera a dinâmica de oferta e demanda de petróleo, com potencial para reconfigurar fluxos de capital globalmente. Historicamente, acordos que adicionam oferta de petróleo ou reduzem riscos geopolíticos tendem a desinflacionar o mercado de energia, como visto no acordo nuclear iraniano de 2015, que levou a uma queda de ~30% no preço do Brent em 6 meses. O próximo gatilho será a formalização dos termos e o início efetivo da reabertura do Estreito, com monitoramento dos estoques globais de petróleo nas próximas semanas.
Nas próximas 4-8 semanas, se o acordo for ratificado e o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz se normalizar, o Brent (atualmente em ~$78.62) pode testar a faixa de US$ 70-73/barril. Companhias aéreas como DAL e UAL podem ver um upside de 5-8% em seus preços. O principal gatilho para uma aceleração da queda do petróleo será a confirmação do aumento da produção iraniana e a estabilidade na região.
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