A Lumina, gestora de Daniel Goldberg, que havia feito um investimento inicial de R$ 400 milhões no Agibank no fim de 2024, elevou sua fatia na instituição. Documentos enviados à Securities and Exchange Commission (SEC, a CVM americana) mostram que fundos ligados à gestora passaram a deter 11.130.936 ações classe A, o que resulta em 6,96% do capital total. Quando do IPO do Agibank na Nyse, em fevereiro, a Lumina tinha 8.045.726 papéis, ou 5,03%. Como mostrou o Pipeline, site de negócios do Valor
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