Em 2026, a digitalização deixou registros de requisições, cotações, pedidos, contratos e cadastros de fornecedores em empresas, mas a fragmentação desses dados impede a aplicação eficaz de inteligência artificial. A pesquisa Gartner aponta que 72% dos líderes de procurement priorizam tecnologias de dados e analytics, e 68% listam IA e IA generativa como foco principal. Entretanto, o Hype Cycle for Procurement and Sourcing Solutions 2025 da mesma consultoria indica que a IA generativa entrou na fase de desilusão, com dificuldades de integração, qualidade de dados e expectativas não atendidas. Carolina Cabral, CEO da Nimbi, descreve o paradoxo de ter dados demais e informação de menos, com registros dispersos entre sistemas, e alerta que a IA pode responder com informações incompletas, gerando premissas erradas. O estudo 2026 Procurement Key Issues do The Hackett Group mostra que 43% das organizações já buscam implantar IA em Compras, quase o dobro do ano anterior, mas a escala das iniciativas permanece limitada. A Global CPO Survey 2025 da Deloitte revela que as Digital Masters obtêm retorno médio de 2,8 vezes sobre investimentos em IA generativa, contra 1,6 vez das demais. Para superar a fragmentação, a Nimbi propõe integrar etapas da jornada de compras, unificar cadastros de fornecedores e estabelecer governança clara de acesso às informações. A plataforma da Nimbi aplica IA na jornada integrada, oferecendo consulta conversacional de dados, sugestão inteligente de fornecedores e automações de cotação.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real