A polícia italiana utilizou gás lacrimogêneo e canhões de água para dispersar manifestantes que atiravam pedras em Milão e Bolonha. Os protestos, motivados pelo aumento do custo de vida, resultaram em sete prisões em Bolonha e feridos em Milão, conforme reportagens da mídia local e da agência Ansa. Em Milão, lojas na luxuosa Galleria Vittorio Emanuele II fecharam as portas, turistas fugiram e a estação de metrô Duomo foi fechada. A primeira-ministra Giorgia Meloni condenou a violência, afirmando que transformar cidades em campos de batalha não é um direito. Este cenário reflete a violência observada recentemente na França, onde dezenas de milhares protestaram contra custos crescentes e declínio dos serviços públicos.
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