O mundo do futebol entrou em guerra. A Fifa apresentou nesta semana um plano que, na prática, coloca a Copa do Mundo sob controle de investidores privados americanos. A Europa rejeitou a proposta e lançou, nesta quinta-feira (30), a bomba atômica esportiva: ameaçou abandonar as competições de seleções da Fifa. O caso expõe o racha político no Ocidente e pode melar a Copa do Mundo feminina, prevista para o ano que vem no Brasil. A proposta confronta duas concepções diferentes do esporte. Os EUA
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