A Embraer entregou 65 aeronaves no segundo trimestre de 2026, marcando um recorde de 16 anos para o período. Este volume representa um crescimento notável de 48% em relação ao primeiro trimestre e 7% comparado ao mesmo período de 2025. No acumulado do primeiro semestre, a fabricante brasileira alcançou 109 entregas, 20% acima do ano anterior, impulsionada por iniciativas de progresso contínuo. Tal performance operacional robusta sugere uma forte demanda global por aeronaves comerciais e de defesa, impactando diretamente suas receitas. O mercado deve reagir positivamente, reavaliando o guidance de lucros e o valor intrínseco de EMBR3. Além disso, a capacidade exportadora da Embraer pode fortalecer o real brasileiro, atraindo capital externo. O próximo gatilho será a divulgação do balanço completo do segundo trimestre, que pode confirmar a sustentabilidade desse crescimento. No médio prazo, a manutenção desse ritmo de entregas será crucial para a valorização contínua da empresa.
Nas próximas 4-8 semanas, espera-se que EMBR3 (R$78.24 hoje) teste a resistência de R$85-R$88, impulsionada por otimismo com o guidance de resultados do próximo trimestre. Um fechamento acima de R$88 poderia abrir caminho para R$90-R$92. Por outro lado, o USDBRL (R$5.2039 hoje) pode testar o suporte de R$5.15-R$5.18, com potencial de atingir R$5.10 se o fluxo de exportação se intensificar.
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