Investimento offshore: quebrando o tabu

Por muito tempo, o investidor brasileiro teve uma boa desculpa para não investir no exterior. Não era preguiça. Era matemática. O Plano Real estabilizou a moeda, e o tripé macroeconômico, formado por metas de inflação, superávit primário e câmbio flutuante, deu ao país duas décadas de juros reais altíssimos. O Tesouro Direto chegou a pagar de 6% a 8% acima da inflação em uma moeda que não derretia no curto prazo. Não existia coisa parecida em mercados desenvolvidos. Matéria exclusiva para assina

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