IBGE lança seleção com mais de 27 mil vagas temporárias para recenseador do Censo Agro

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou o edital de uma seleção para mais de 27 mil vagas temporárias (27.279) para atuar no 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola. As inscrições começam nesta sexta-feira (6) e vão até 23h59 do dia 25 de novembro e devem ser feitas no site da Fundação Cesgranrio, com valor de R$ 70. Os postos de trabalho exigem ensino fundamental completo e estão distribuídos por municípios de todo país. O salário mensal dos recenseadores será de R$ 1.741, mas terá pagamento adicional por produtividade, calculado de acordo com o número de unidades visitadas e questionários aplicados. Também estão previstos benefícios como auxílio-alimentação de R$ 1.192, auxílio pré-escolar, 13º salário proporcional, férias proporcionais acrescidas de um terço constitucional e auxílio para financiar deslocamentos. A seleção terá prova objetiva no dia 31 de janeiro de 2027. A duração estimada do contrato é de até seis meses, podendo ser prorrogada conforme as necessidades da operação, no prazo máximo de até quatro anos. A contratação será realizada nos termos da Lei nº 8.745/1993, que rege as contratações temporárias da Administração Pública Federal. O IBGE alerta os candidatos para que fiquem atentos a possíveis golpes e utilizem apenas os canais oficiais para realizar a inscrição. Segundo o IBGE, profissionais selecionados serão responsáveis por visitar estabelecimentos agropecuários, entrevistar produtores rurais, atualizar mapas e endereços das áreas de trabalho, registrar informações nos dispositivos eletrônicos de coleta e participar de treinamentos e atividades de acompanhamento da operação censitária. Oficialmente, o Censo Agro deveria ser realizado a cada cinco anos, mas por restrições no Orçamento a distância entre uma edição e outra foi de dez anos nas últimas décadas. As últimas pesquisas foram feitas em 2007, 2017 e agora a próxima será em 2027. O cronograma inicial do IBGE previa os preparativos em 2025 e coleta em campo em 2026, mas foi adiado por falta das verbas demandadas no orçamento da União. Agora, a informação mais recente é o início da coleta presencial será em junho de 2027. Geraldo Magela/Agência Senado

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