O ouro está atualmente testando um nível de resistência crítico, seguindo um período de quatro semanas de desvalorização, com o mercado avaliando os 'níveis ao vivo' para sinais de reversão. Uma ruptura sustentada dessa resistência pode sinalizar uma mudança no sentimento, atraindo capital em busca de proteção contra incertezas macroeconômicas e inflacionárias. Tal movimento impulsionaria ETFs como GLD e empresas mineradoras de ouro como GOLD e NEM, enquanto a falha em romper a resistência manteria a pressão vendedora. Para o investidor brasileiro, o desempenho do ouro, cotado em dólar, influencia a percepção de risco global e a demanda por ativos de refúgio, impactando indiretamente o BRL. Historicamente, em 2022, o ouro rompeu uma resistência similar após uma queda, valorizando cerca de 12% nas seis semanas seguintes em meio a temores inflacionários. O próximo gatilho será um fechamento diário convincente acima da resistência, ou novos dados de inflação/juros. No médio prazo (3-6 meses), a capacidade do ouro de manter os ganhos dependerá das expectativas de política monetária global e da estabilidade geopolítica.
Nas próximas 2-4 semanas, o ouro ($4078 hoje) deve consolidar ou romper a resistência. Um fechamento diário acima de $4100-4120 pode sinalizar uma alta para $4200-4250. Caso contrário, um recuo abaixo de $4050 pode levar o ativo de volta a $3950. Os dados de inflação e as declarações do Fed na próxima semana serão gatilhos cruciais.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real