A força da receita sugere uma demanda de consumo resiliente por viagens aéreas, permitindo à companhia manter um bom volume de vendas. Contudo, a escalada dos preços do querosene de aviação pressiona as margens, levando à redução das estimativas de EPS, apesar do desempenho positivo na linha superior. Em 2018, as companhias aéreas enfrentaram alta demanda, mas o aumento do preço do petróleo, que chegou a US$ 86 o barril no Brent, levou a uma redução média de 8% nos lucros por ação no setor aéreo global no quarto trimestre. A divulgação oficial dos resultados do terceiro trimestre da Delta Air Lines e de outras grandes companhias aéreas americanas, esperada para as próximas semanas, será o próximo gatilho. O desfecho depende da capacidade das companhias de repassar o aumento dos custos de combustível aos consumidores através de tarifas mais altas, sem prejudicar a demanda por viagens.
A divulgação dos resultados financeiros do terceiro trimestre da Delta Air Lines, esperada para meados de outubro, fornecerá dados concretos sobre a capacidade de gestão de custos e a resiliência da demanda.
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