A saída intensa de capital estrangeiro da bolsa brasileira neste mês tem sido impulsionada por uma combinação negativa de fatores internos e internos, em um momento em que o posicionamento técnico em ações locais já está muito baixo. A avaliação é de Daniela da Costa-Bulthuis, gestora de mercados emergentes da holandesa Robeco, para quem há uma demanda maior por prêmios de risco e uma concorrência ainda mais acirrada por capital. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, aces
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