A aprovação do presidente Donald Trump caiu para 33%, o menor patamar histórico, conforme uma pesquisa do Financial Times, refletindo a crescente insatisfação dos eleitores com a condução econômica em seu segundo mandato. Este cenário de baixa aprovação política, a menos de dois meses das eleições legislativas de meio de mandato em 3 de novembro, gera um mecanismo de incerteza sobre a continuidade das políticas fiscais, comerciais e regulatórias. Consequentemente, espera-se maior volatilidade em ativos como SPY e uma potencial pressão de baixa sobre o DXY, enquanto o GLD tende a se beneficiar como porto seguro. Historicamente, presidentes com baixa aprovação em anos de meio de mandato, como Bill Clinton em 1994 ou Barack Obama em 2010, enfrentaram perdas significativas no Congresso, resultando em períodos de maior polarização e impasses legislativos. O principal gatilho a monitorar são os resultados das eleições de 3 de novembro, que definirão o balanço de poder no Congresso. No médio prazo, um Congresso dividido ou com forte oposição pode levar a um cenário de paralisia legislativa ou a mudanças abruptas de política, com implicações para o crescimento econômico e a estabilidade regulatória.
Nas próximas 4-6 semanas, a volatilidade do mercado deve aumentar à medida que nos aproximamos das eleições de 3 de novembro. Se a pesquisa indicar uma vitória clara da oposição, o SPY pode testar a zona de suporte em US$750-760. O principal gatilho de aceleração será a divulgação dos resultados eleitorais, que podem definir o tom para o restante do ano e o início de 2027, impactando diretamente a confiança dos investidores e o fluxo de capital para os EUA.
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