A Califórnia liberou a comercialização de gasolina com blend de etanol superior, como E15 e E85, para pressionar os preços ao consumidor (F1). Maior uso de etanol eleva a demanda dos produtores, reduzindo o volume de gasolina refinada e, consequentemente, o preço do combustível (F2). Para o investidor brasileiro, o efeito pode ser sentido via ETFs de energia ou ações de companhias aéreas que operam internacionalmente, além de possíveis impactos nas exportações de etanol (F4). Evento semelhante ocorreu em 2007, quando a Califórnia aprovou o E15 e o consumo de etanol nos EUA cresceu cerca de 5% no ano seguinte (F6). O próximo gatilho a monitorar é a adesão efetiva dos postos à nova mistura, medido pelos relatórios de vendas de etanol na região (F7). No médio prazo, se a política for estendida a outros estados, espera-se um impulso sustentado ao setor de etanol e pressão continuada sobre refinarias, criando oportunidades de compra em produtores e companhias aéreas (F8).
O gatilho será a divulgação dos relatórios de volume de etanol da EPA.
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