Renan Santos (Missão) está na disputa presidencial, ao menos neste momento, para chamar a atenção, não para ganhar. Neste sentido, chama-se a atenção despertando indignação e ódio, tanto a adversários quanto a si mesmo. Daí se explica o nível de agressividade assombroso durante o debate de domingo, nas palavras do adversário Augusto Cury (Avante). Provocar repulsa é parte do seu jogo, como foi parte do jogo de Pablo Marçal na eleição municipal de São Paulo em 2024. Matéria exclusiva para assinan
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