A vitória, a derrota: uma montanha-russa de sentimentos

Em uma aquisição hostil, está definido quem passará a controlar a empresa, mas não a quem as pessoas entregarão sua confiança. Quando o adquirente e a adquirida têm tamanhos semelhantes, esse descompasso ganha força: perto de 50% das pessoas acreditam que o poder formal muda de mãos, mas identidades, vínculos, sentimentos e “torcidas” permanecem. O dia seguinte exige uma competência diferente da que permitiu vencer a disputa: um misto de caráter, competência, liderança e centralidade emocional. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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