Em 29 de setembro, o presidente Donald Trump anunciou, durante um almoço de inteligência artificial na Casa Branca, que a expressão "superinteligência" substituiria "inteligência artificial" em todos os documentos relevantes do governo. No mesmo período, ele proibiu o uso de IA em "todos os documentos relevantes" e "tudo o resto", divulgando a decisão em Truth Social. Em chamadas de resultados de outubro, Elon Musk, CEO da SpaceX e da Tesla, e Mark Zuckerberg, CEO da Meta, adotaram a terminologia, com Musk alterando o nome da divisão de IA da SpaceX para SpaceXSI e Zuckerberg destacando o objetivo de entregar "superinteligência pessoal a todos". Outros CEOs, como Andy Jassy (Amazon), Satya Nadella (Microsoft) e Sundar Pichai (Alphabet), continuaram a usar a sigla AI, embora alguns tenham mencionado superinteligência em relatórios anuais. A iniciativa de Trump ocorre antes das eleições gerais de 2026, quando a administração enfrenta pressão política e queda em aprovação.
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